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Oracle, Percona e MariaDB Corporation – Entenda o licencimento e o posiconamento de cada empresa
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O MySQL é um software livre distribuído sobre a licença GPL, intitulado pela Oracle como versão “Community”, sendo um software livre e de código aberto, existem outras versões do MySQL, que são desenvolvidas e distribuídas por outras organizações, as principais são:

Oracle: MySQL http://www.mysql.com (http://www.mysql.com" target="_blank)

Percona: Percona Server http://www.percona.com

MariaDB Corporation: MariaDB https://mariadb.com/

A Oracle e a MariaDB Corporation oferecem o MySQL nas versões Community e Enterprise, ambas oferecem pacotes com diferentes recursos e com o adicional de prestação de suporte e consultoria, já a Percona oferece todos os

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DatabaseCast: Melhores episódios
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Olá, pessoal! Neste episódio do DatabaseCast Mauro Pichiliani (Twitter | Blog) e Wagner Crivelini (@wcrivelini) gravam presencialmente pela primeira vez e comentam quais são seus episódios preferidos do DatabaseCast. Neste episódio você vai saber quem é fã de Rock’n’Roll, como uma água pode ser blended, dicas para reduzir seu ego e mandar um alô para possíveis anunciantes.

Não deixe de nos incentivar digitando o seu comentário no final deste artigo, mandando um e-mail para 

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InnoDB Create Tablespace – MySQL 5.7
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Sim, isso mesmo que você está pensando! A Oracle está desenvolvendo e já deixou disponível uma versão beta para testes! Será o mesmo gerenciamento existente no Oracle, onde existe o conceito de se criar uma Tablespace, adicionar Datafiles as Tablespace e criar os  objetos dentro das Tablespaces.

Com esse conceito, será possível por exemplo, criar várias tabelas em uma Tablespace com compressão, e assim manter todo o gerenciamento de compressão em uma única área, evitando ter várias tabelas com vários gerenciamentos. Com isso é possível administrar de modo mais fácil os recursos de hardware e alocação do banco de dados.

Por exemplo:

CREATE TABLESPACE `TBS_DADOS_COMPRESS` ADD DATAFILE 'TDS_DC_DATAFILE1.ibd' [FILE_BLOCK_SIZE=4];

CREATE TABLESPACE `TBS_DADOS` ADD DATAFILE 'TDS_D_DATAFILE1.ibd' [FILE_BLOCK_SIZE=8];

CREATE TABLE
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Girando MySQL Logs lentas
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Original post: http://anothermysqldba.blogspot.com/2014/10/rotating-mysql-slow-logs.html

Ao trabalhar com diferentes clientes acontecer de eu correr em grandes arquivos de log lento ao longo do tempo. Embora existam várias opiniões sobre como eles devem ser rodados. Muitas dessas opiniões usar rotação de log eo comando liberar registros, prefiro não liberar meus logs binários embora. É por isso que eu concordo com o Ronald Bradford blog de ​​anos atrás sobre como fazer

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How to MySQL 5.6 MTS? Some tips and tests…
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In terms of new features, MTS extrapolate conceptually all the expectations seeing that it is a feature that will elevate (or at leaf will try it) all the stress that we’ve been seeing for years, having a slave server behind master in some way, files or seconds. The first thing that blink on my mid […]
Heroku e PHP finalmente juntos (ou: fazendo a migração)
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Heroku foi – até onde eu me lembro – o primeiro PaaS (mainstream) no mercado. Era apenas Ruby, mas foi o símbolo do desenvolvimento da Web moderna na época, com todo o buzz de “faça o que precisa ser feito” e a mentalidade de “funciona perfeitamente” e tals.

Fiz alguns aplicativos Rails há algum tempo, e um deles foi o Travlr (que eu provavelmente deveria encerrar) e, mais recentemente, o Bieber.ly e sempre foi incrível trabalhar com isso. O Git faz o push do código, a sua implementação, instalação com um clique e arrastar para escalar. Nossa “parceria” não deu certo porque ele sempre funcionou com Ruby, e como eu também estava fazendo um monte de

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MySQL conexões de usuários
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Original post: http://anothermysqldba.blogspot.com/2014/09/mysql-user-connections.html

Então eu me encontrei explicando as diferenças com os usuários do MySQL e como eles autenticar. Em primeiro lugar esta informação não é nova, mas pode ser encontrada aqui: Vou apenas mostrar alguns exemplos do mundo real para explicar isso.
O MySQL utiliza o nome de usuário, bem como o acesso quando se avalia as permissões de um usuário. É


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DatabaseCast: Database’n’Hacking
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Olá, pessoal! Neste episódio do DatabaseCast Mauro Pichiliani (Twitter | Blog) e Wagner Crivelini (@wcrivelini) hackeiam o banco de dados com o pessoal do Hack’n’Cast Magnum (@mind_bend) e Ricardo Medeiros. Neste episódio, você vai saber quem se considera hacker ou não, quais são as diferentes atividades que podem ser encaradas como hacking, quem ama o VI, porque meninos desmontam carrinhos de controle remoto, o que foi o SQL Slammer e quem gosta de ajudar em cartórios.

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Trabalhando com banco de dados no Drupal – como escrever ou atualizar um registro
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Apesar de não ser uma tarefa tão comum para muitos projetos em Drupal, algumas customizações podem precisar de soluções nas quais seja necessário o uso de novas tabelas para registrarmos dados que não se enquadram como nodes, taxonomias, usuários e etc. O uso de tabelas próprias não se restringe a módulos personalizados, criados especificamente para um determinado projeto. É muito comum encontrarmos casos como estes em módulos contribuídos no drupal.org.

Para facilitar estas tarefas de manipulação de dados, o Drupal nos provê algumas funções muito úteis, como a função drupal_write_record(), por exemplo.

Um caso muito comum de uso de tabelas próprias é quando utilizamos de entidades personalizadas, que possuem suas próprias tabelas para armazenar o valor de suas propriedades. Neste caso,

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Proteja sua senha do Ghost com criptografia
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No artigo anterior, ensinei a instalar o Ghost na Nuvem. Hoje abordarei uma configuração importante após finalizar o processo de instalação. Cada vez que você digita sua senha para ter acesso ao painel administrativo de seu site, o navegador envia essa senha para o seu servidor, para que ele autentique seu acesso ao sistema. Se você não utiliza nenhuma criptografia nesse processo, seu navegador irá enviar a senha em formato texto puro (“plain text”), o que significa que qualquer um poderá ver sua senha, caso esteja utilizando uma técnica chamada de “sniffing”. Isso é particularmente problemático caso essa pessoa esteja na mesma rede que você, principalmente em locais com acesso wifi público, como

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